23 julho 2007

Não há recrutas, apenas soldados feridos!



Quando um soldado morre na guerra, ele é deixado para trás, porém se está apenas ferido, ele é ajudado até o fim. Entre os exércitos há uma tática adotada que resulta em muitas vitórias. Quando dois exércitos inimigos se encontram em guerra, procuram sempre atingir as pernas ou qualquer outra parte do corpo que não mate o soldado adversário de imediato, mas que o deixe ferido e impossibilitado de exercer a sua função. Geralmente para cada um soldado ferido são removidos outros dois para ajudá-lo, assim sendo temos três soldados fora de combate e logo o outro exército poderá vencer facilmente.


Hoje, nesse últimos dias, é o que tem acontecido dentro das igrejas. Satanás não mata, mas fere um soldado nosso, e então desviamos nossa atenção para ele e nos esquecemos das almas no mundo. Estamos com nossas “enfermarias” cheias de soldados feridos e nossa Escola de Recrutas vazia de novos rostos. Temos soldados feridos com todo tipo de arma; temos uns que foram feridos pela “bala” da calúnia, outos pelo “ferrolho” da crítica, ou pelo “canhão” do abandono pastoral etc. Temos todo tipo de soldado ferido, desde o verdadeiro guerreiro que contou o seu segredo para quem não devia, até os mais frágeis, que foram atingidos apenas por fagulhas, mas eram tão frágeis que se não os socorressem eles morreriam.


Em nossa “enfermaria” temos mais soldados feridos do que “enfermeiros”. Como pode? Nosso exército foi tão bem instruído e treinado? Conhecíamos tudo de guerra, as melhores táticas, tínhamos as melhores armas, os melhores cavalos, a melhor tecnologia... Mas estamos perdendo. Talvez seja por não seguir o comando do General “Ide por todo mundo e fazei discípulos”. Treinamos muito, mas entre nós; atiramos muito, mas nos nossos; pregamos muito, mas para os nossos, e por isso nossas “enfermarias” estão cheias de nossos soldados feridos e nossa Escola de Recrutas vazia de novos rostos.

Retirado: http://www.escoladominical.com.br

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